Não,
Babi, o professor Pardal foi eliminado logo no início. Quando eu comecei a assistir, ele já nem estava mais. Ainda bem, porque eu tinha visto um pedaço numa tarefa que o grupo todo falava mal dele, que ele era muito banana etc. E eu odeio gente lerda.
Tá, quem ganhou foi o
mauricinho. Eu super simpatizava com ele, porque ele era bem neutro e bonitinho. Mais bonitinho do que neutro. Achava aquele dentinho um charme. Só o cabelinho é que ficou meio uó, porque tentaram pentear de um jeito pra disfarçar que ele tá ficando careca. E foi isso. Inho, ele era super inho. Obviamente, eu torcia pela
Mariana. Antes, eu preciso dizer algo que me deixou bem chocada novamente: o Justus falando é idêntico ao
Issao Imamura. Alguém avisa? Eu tava meio cochilando quando o programa começou e não ouvi a musiquinha de abertura (aquela música o fim, tão uó quanto os mullets dos dois) e acordei jurando que era o Issao. Agora, a razão pra voz do Issao ter me chamado a atenção, eu também não sei explicar. Voltando. O projeto da Mariana era tão melhor que eu nem sei o que dizer. Melhor que todos juntos, eu acho. O lance de gerenciamento de energia elétrica. Acho também que o problema dela foi esse mesmo, porque o Justus não manja nada disso. Se manjasse, não ficaria dando aquelas tarefas pra
doutores em química orgânica. O lance de LENÇOS UMEDECIDOS PRA LIMPAR CARROS é algo que, meu deus, eu nem sei comentar. Se isso for o futuro, eu juro que mordo minha língua. De qualquer maneira, hoje, eu não conheço a
Johnson & Johnson como líder do mercado de lenços umedecidos para limpeza pessoal.
Pra terminar, ainda teve a prova final que era a produção de uma peça teatral beneficente pra apresentar a idéia do produto. A peça da menina ficou até fofa e muito melhor produzida. O mauricinho arrecadou quase o triplo do valor dela, mesmo com uma apresentação que me matou de vergonha alheia (só aqui, né? haha), cobrando até DUZENTOS REAIS por um ingresso. Enquanto ela vendeu ingressos na rua a DEZ REAIS. Na minha mente pollyana, quem tem dinheiro já ajuda uma instituição sem ter que fazer essas coisas pra fazer de conta. E o lance da beneficência tá nos dez reais, nos unidos venceremos. Mas esse é O MUNDO DOS NEGÓCIOS. E era assim que meu ex-orientador repetia o tempo todo, quando nos obrigava a corrigir o curso do TCC pro método
for dummies pra um público de pós-graduação. Enfim, né?
Não consigo parar de ouvir o The Con.