Esse ano eu virei babá dos meus primos e não achei ruim, apesar de sempre aguardar os sábados ansiosamente. Também descobri que serei tia e minha sobrinha provavelmente será uma ariana. Não sei exatamente o que quer dizer, mas o Rodrigo sempre disse que não era uma boa coisa. E eu até concordo, porque nunca tive ótimas experiências com arianos. Falando nele, 2007 foi o ano que menos o encontrei. Em todo lugar que vou há uma pessoa pra perguntar como ele e a Camila estão. E é muito bizarro não saber exatamente como responder. Tipo me perguntarem como meu pé direito está e eu só poder responder que deu uma saída pra buscar pão, sem saber se continua com os 5 dedos ou se estão com as unhas pintadas. Acabo respondendo o que eu gostaria de ouvir. Enfim. Do outro lado, virei uma fofoqueira de dar inveja. De ter detalhes de histórias totalmente sem pé nem cabeça. 2007 foi o ano da inutilidade, ok?
Teve os shows que eu vi: Joanna Newsom, Wendy McNeill e Juliette and The Licks e que me impressionaram demais. Não tanto quanto a Björk, porque acho que faz parte das leis da natureza não superá-la. Mais que isso é ter que caçar nos arquivos e é roubar demais.
Em setembro, meu tio casou e a família toda foi pra Ribeirão Preto. Foi a primeira vez que a família inteira foi viajar, sem que ninguém ficasse pra trás. Só não digo que a viagem e a festa foram um fiasco porque é muito subjetivo. Acabou que o ponto alto dessa viagem (e do ano também) foi encontrar a responsável pelo comentário mais polêmico desse blog.
E o assunto "blog" encerra o post. Porque, né? Sem comentário do quanto isso mudou minha vida. Em todos os campos.
Bom 2008 pra todo mundo, hein? Que seja um ano diferente, no mínimo.
