Eu acho que, dessa vez, todo mundo tem o direito de dizer que to mentindo e inventei o post agora. Ou há algum tempo, dependendo do número de detalhes que vou conseguir contar. Sei que vai ser difícil, porque lembro de cada vez menos detalhes.
Meu tio de Ribeirão estava aqui em casa arrumando as malas pra voltar ao Japão (ele ficou 15 anos por lá, na vida real), dessa vez com a esposa. Eles tinham vendido tudo o que tinham aqui e compraram um ponto comercial lá. Fiquei de levá-los ao aeroporto meio correndo porque a cidade tava sob ataque terrorista. Do nada, uma tropa de elite surgia e bombardeava tudo. Deu um corte e eu estava numa festa, num clube, a céu aberto. Era um casamento e o Ary Fontoura era o padre. No meio da cerimônia, uma bomba explodiu e o chão cedeu. Todo mundo caiu num buraco sem fundo. Como eu estava atrasada, não caí no buraco. Saí atrás de ajuda. Outro corte e eu estava na porta de um apartamento, com mais 3 pessoas. Uma mulher abriu a porta e ficou nos olhando. Saiu e começou a andar em torno de mim, dizendo que não entendia como estava acontecendo. Disse que eu morei naquele apartamento há 30 anos e ela era minha reencarnação. Falou sobre um caderno que ela lia sempre que podia ou queria chorar, porque era bem triste. E me mostrou. Eu escrevia um diarinho que estava com medo de não encontrar a Tasha nunca mais, porque ela tinha ido pra guerra. Ou seja, eu era a Alice. Outro corte e eu estava
Meu tio de Ribeirão estava aqui em casa arrumando as malas pra voltar ao Japão (ele ficou 15 anos por lá, na vida real), dessa vez com a esposa. Eles tinham vendido tudo o que tinham aqui e compraram um ponto comercial lá. Fiquei de levá-los ao aeroporto meio correndo porque a cidade tava sob ataque terrorista. Do nada, uma tropa de elite surgia e bombardeava tudo. Deu um corte e eu estava numa festa, num clube, a céu aberto. Era um casamento e o Ary Fontoura era o padre. No meio da cerimônia, uma bomba explodiu e o chão cedeu. Todo mundo caiu num buraco sem fundo. Como eu estava atrasada, não caí no buraco. Saí atrás de ajuda. Outro corte e eu estava na porta de um apartamento, com mais 3 pessoas. Uma mulher abriu a porta e ficou nos olhando. Saiu e começou a andar em torno de mim, dizendo que não entendia como estava acontecendo. Disse que eu morei naquele apartamento há 30 anos e ela era minha reencarnação. Falou sobre um caderno que ela lia sempre que podia ou queria chorar, porque era bem triste. E me mostrou. Eu escrevia um diarinho que estava com medo de não encontrar a Tasha nunca mais, porque ela tinha ido pra guerra. Ou seja, eu era a Alice. Outro corte e eu estava

6 Comments:
estava...?
mas a tasha *SPOILER* nem foi, ô. once they go they don't come back.
putz, esse post foi total erro na matrix. cliquei errado no wbloggar, era pra ter ficado nos rascunhos. agora vou ter que terminar... saco.
ah sim, achei que vc tinha planejado um final alechat assim mesmo. tb queria dizer q
tô esperando, fia.
posta lá no oitavo.
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