Tá rolando uma feira de artesanato em São Paulo, a Art Mundi. Olha bem pra mim e vê se tenho cara de quem gosta de artesanato. Bom, não gosto, mas minha mãe gosta. E fomos, junto com as crianças e a mãe, porque ela pegou 10 dias de férias. Aí as mães ficaram fazendo um mini curso de kirigami e eu fui rodar com as crianças. Parei num stand pra perguntar o preço de uma calça e, antes da mulher me responder, ouço um puta barulho e vejo uma pedra rolar. Olho pro lado e encontro minha prima, com o indicador em riste e cara de bunda. Ela empurrou um enfeite que tombou no outro e que tombou no outro que quebrou. Sério, de uma feira de artesanato, com 3 milhões de produtos diferentes, a última coisa que eu cogitaria em comprar é um enfeite de pedra. Muito menos uma que custava 650 reais!
Acabou que o cara cobrou só o preço da arara (de pedra) que quebrou quando caiu. 200 reais. E deu uma outra pedra pra apoiar a arara e não perdermos o enfeite.
(antes de chegar em casa, falei pra mãe das crianças dizer ao pai: "querido, comprei um presente pra você! foi a Juju quem escolheu! a dedo!")
Acabou que o cara cobrou só o preço da arara (de pedra) que quebrou quando caiu. 200 reais. E deu uma outra pedra pra apoiar a arara e não perdermos o enfeite.
(antes de chegar em casa, falei pra mãe das crianças dizer ao pai: "querido, comprei um presente pra você! foi a Juju quem escolheu! a dedo!")

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