"and the song you sing today
wasn't always in your head,
the words you tryin' to say
are the ones you shouldn't 've said"
Don't blame your daughter, The Cardigans.
...
Quando a pessoa fala uma coisa, é porque ela pensou. Nem que seja um pouquinho pra chegar a esse ponto. E se ela pensou, ela tem que sustentar o que disse. Se não era exatamente isso que pensava, deveria ter pensado duas vezes antes. No meu mundo, não há muitos espaços pra arrependimentos. Exceto os meus. Eu sou ruim. E todo mundo sabe disso. Eu sou rancorosa, da maneira que poucas pessoas conseguem imaginar que alguém possa ser. É só não mexer com meus princípios. Eu preciso passar por isso todo ano? Uma vez não foi suficiente? Se vou agir da mesma maneira toda vez que coisas desse tipo acontecem? O que é isso? É pra provar minha coerência? Eu não sou coerente. Chega uma hora que o passado morre. O rancor mata o passado. Não importa a duração do passado. O poder de um rancor é incontestável. A pessoa casa com alguém e vive 20 anos ao lado dela. Aquela bela história de amor eterno, que ninguém acredita que existe. Eles conseguem provar que o amor existe, tá ali. Mas aí a pessoa pega a outra na cama. Traindo. Dentro de casa. Esqueça os 20 anos. Esqueça todas as histórias de amor. Esqueça todo o tipo de recompensa. Aconteceu uma vez, pode acontecer mais 15. Porque isso não é da ocasião. Não há contexto. Contextos não modificam princípios.
Eu queria voltar no tempo. No início. E não ter aceitado um monte de coisa, que não foram consideradas. Eu queria voltar pra evitar. Não pra encher de remendo.
...
"You can hear it in the beat they march to
You can feel the earth shake when they start to dance
You can tell by the way they move you
It's not murder its an act of faith, baby
And as the world moves faster
Whip lashing us around and round
It's quite a slow disaster
And people keep on falling down"
Godspell, The Cardigans.
wasn't always in your head,
the words you tryin' to say
are the ones you shouldn't 've said"
Don't blame your daughter, The Cardigans.
...
Quando a pessoa fala uma coisa, é porque ela pensou. Nem que seja um pouquinho pra chegar a esse ponto. E se ela pensou, ela tem que sustentar o que disse. Se não era exatamente isso que pensava, deveria ter pensado duas vezes antes. No meu mundo, não há muitos espaços pra arrependimentos. Exceto os meus. Eu sou ruim. E todo mundo sabe disso. Eu sou rancorosa, da maneira que poucas pessoas conseguem imaginar que alguém possa ser. É só não mexer com meus princípios. Eu preciso passar por isso todo ano? Uma vez não foi suficiente? Se vou agir da mesma maneira toda vez que coisas desse tipo acontecem? O que é isso? É pra provar minha coerência? Eu não sou coerente. Chega uma hora que o passado morre. O rancor mata o passado. Não importa a duração do passado. O poder de um rancor é incontestável. A pessoa casa com alguém e vive 20 anos ao lado dela. Aquela bela história de amor eterno, que ninguém acredita que existe. Eles conseguem provar que o amor existe, tá ali. Mas aí a pessoa pega a outra na cama. Traindo. Dentro de casa. Esqueça os 20 anos. Esqueça todas as histórias de amor. Esqueça todo o tipo de recompensa. Aconteceu uma vez, pode acontecer mais 15. Porque isso não é da ocasião. Não há contexto. Contextos não modificam princípios.
Eu queria voltar no tempo. No início. E não ter aceitado um monte de coisa, que não foram consideradas. Eu queria voltar pra evitar. Não pra encher de remendo.
...
"You can hear it in the beat they march to
You can feel the earth shake when they start to dance
You can tell by the way they move you
It's not murder its an act of faith, baby
And as the world moves faster
Whip lashing us around and round
It's quite a slow disaster
And people keep on falling down"
Godspell, The Cardigans.

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