Então, aí eu fui no cqér. Não ia, mas de repente deu a maior vontade. Dormi tarde na sexta, compramos ingressos na ida e entramos logo que acabou o show do Nação Zumbi. Felizmente. Infelizmente, ouvimos o show do Fantômas. Achei muito... estranho. Só barulho e tal. Ou a coisa é tão conceitual que não entendi bulhufas. Aliás, depois do advento da arte conceitual, não acho nada ruim. Apenas não entendo. Os shows:
Flaming Lips: achei muito incrível. É bem o tipo de banda que a música (que não é nada ruim) não importa muito. O que vale é o show.
Iggy Pop: que não assistimos de perto. Vimos só umas partes pelo telão, enquanto esperávamos pelo próximo. Só tenho a dizer que é muito bizarro vê-lo de calça justa correndo, pulando e copulando com a caixa de som. Grita "to loka", bew.
Sonic Youth: nunca tive vontade de ouvir os trocentos cds deles. Acho que agora continuo não tendo, porque, fala muito sério, foi O show. Dá vontade de só vê-los ao vivo.
NIN: Se existe uma banda que eu nunca acreditei que pudesse ver ao vivo, no Brasil, é essa. Desde 98, eu NUNCA achei que eles pudessem vir pra cá. E eles não me decepcionaram nem um pouco. Nada, nada, nada.
E foi isso.
Flaming Lips: achei muito incrível. É bem o tipo de banda que a música (que não é nada ruim) não importa muito. O que vale é o show.
Iggy Pop: que não assistimos de perto. Vimos só umas partes pelo telão, enquanto esperávamos pelo próximo. Só tenho a dizer que é muito bizarro vê-lo de calça justa correndo, pulando e copulando com a caixa de som. Grita "to loka", bew.
Sonic Youth: nunca tive vontade de ouvir os trocentos cds deles. Acho que agora continuo não tendo, porque, fala muito sério, foi O show. Dá vontade de só vê-los ao vivo.
NIN: Se existe uma banda que eu nunca acreditei que pudesse ver ao vivo, no Brasil, é essa. Desde 98, eu NUNCA achei que eles pudessem vir pra cá. E eles não me decepcionaram nem um pouco. Nada, nada, nada.
E foi isso.

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