Depois de muito sacrifício, consegui sair da cama. Mas nem queria, porque tive dois sonhos absolutamente absurdos. E incríveis.
1. Eu estava na rua com minha tia, acho. Passamos por uma entrada de metrô e estava o maior rebuliço. Entramos e todo mundo olhava torto pra uma menina de uns 8 anos. Metade dos estranhos queriam ganhar dinheiro em cima dela e a outra metade olhava torto porque ela era uma aberração: numa hora que ela estava brava com a irmã, de 6 anos, ela começou a se multiplicar. 3 meninas sairam de dentro dela e começaram a andar pela estação. Aí tínhamos que caçar as meninas de volta e fazer com que elas se encostassem pra voltarem a ser uma só. Porém, se alguma delas tivesse se machucado com alguma coisa, uma queimadura minúscula ou algo assim, elas teriam de ser mortas. Assassinadas. O que me deixava passada é que tinha muita gente que corria atrás das menininhas pra machucá-las de alguma forma, encostando o cigarro aceso, por exemplo, pra que elas fossem assassinadas ao invés de apenas encostar na original e sumir. Eu acordei numa hora que escondi a original e uma cópia numa salinha. E chamava a original de Winona Ryder.
2. Eu era a Gisele Bundchen. Ponto. Eu não estava parecida com ela, nem na altura e muito menos na cara, mas eu era ela. E também não era eu. Eu era ela. Aí, eu e minha mãe (que é a mesma dessa vida) fomos visitar uma tia que mora em Itanhaém e acabamos indo pra Ubatuba (como se fosse tudo muito perto...). Chegamos lá, entramos num shopping e tinha um restaurante incrível. Todo de madeira e tal. Era escuro como o Outback. Eu estava suja de areia e queria tomar banho. Falei pra minha mãe que iríamos comprar aquele restaurante e viveríamos ali pro resto de nossas vidas, porque eu não queria mais ser modelo. Subi pra tomar banho, numa espécie de sauna. Sabe-se lá como, eu estava com um negocinho de shampoo na mão. Mas só o shampoo. Enquanto eu esperava uma cabine ficar livre, comecei a ensaboar o cabelo. E a água acabou. A água da cidade toda acabou. Briguei com algumas meninas, porque elas estavam enrolando pra terminar e eu era a Gisele Bundchen, oras. E dona daquilo tudo. Desci pra falar com a minha mãe, sem muito shampoo no cabelo porque o vapor praticamente enxaguou tudo. Ela estava no caixa resolvendo umas papeladas e eu peguei o cartão pra comprar um chinelo. Procurei algum legal, porque nem queria uma havaianas qualquer. Acabei entrando na Lush, pra comprar sabonetes. O salão do fundo era tipo um restaurante. Enquanto passeava por ele, uma senhora me chamou e perguntou se eu era a Bundchen. Ela estava com uma amiga, o filho, nora, neto. O filho dela me ofereceu um lugar e sentei com eles. Experimentei um sabonete de mamão e outro de abóbora. De repente, começou a tocar Meeting Paris Hilton, do CSS, e a nora disse que era por causa de um sabonete que eles fizerem, em homenagem à música. Perguntei se era de limão e ela confirmou. Comi também. Achei incrível. Agradeci, levantei, comprei milhares de sabonetes e loções. Gastei 4 mil reais na loja. Fui encontrar minha mãe.
Fim.
1. Eu estava na rua com minha tia, acho. Passamos por uma entrada de metrô e estava o maior rebuliço. Entramos e todo mundo olhava torto pra uma menina de uns 8 anos. Metade dos estranhos queriam ganhar dinheiro em cima dela e a outra metade olhava torto porque ela era uma aberração: numa hora que ela estava brava com a irmã, de 6 anos, ela começou a se multiplicar. 3 meninas sairam de dentro dela e começaram a andar pela estação. Aí tínhamos que caçar as meninas de volta e fazer com que elas se encostassem pra voltarem a ser uma só. Porém, se alguma delas tivesse se machucado com alguma coisa, uma queimadura minúscula ou algo assim, elas teriam de ser mortas. Assassinadas. O que me deixava passada é que tinha muita gente que corria atrás das menininhas pra machucá-las de alguma forma, encostando o cigarro aceso, por exemplo, pra que elas fossem assassinadas ao invés de apenas encostar na original e sumir. Eu acordei numa hora que escondi a original e uma cópia numa salinha. E chamava a original de Winona Ryder.
2. Eu era a Gisele Bundchen. Ponto. Eu não estava parecida com ela, nem na altura e muito menos na cara, mas eu era ela. E também não era eu. Eu era ela. Aí, eu e minha mãe (que é a mesma dessa vida) fomos visitar uma tia que mora em Itanhaém e acabamos indo pra Ubatuba (como se fosse tudo muito perto...). Chegamos lá, entramos num shopping e tinha um restaurante incrível. Todo de madeira e tal. Era escuro como o Outback. Eu estava suja de areia e queria tomar banho. Falei pra minha mãe que iríamos comprar aquele restaurante e viveríamos ali pro resto de nossas vidas, porque eu não queria mais ser modelo. Subi pra tomar banho, numa espécie de sauna. Sabe-se lá como, eu estava com um negocinho de shampoo na mão. Mas só o shampoo. Enquanto eu esperava uma cabine ficar livre, comecei a ensaboar o cabelo. E a água acabou. A água da cidade toda acabou. Briguei com algumas meninas, porque elas estavam enrolando pra terminar e eu era a Gisele Bundchen, oras. E dona daquilo tudo. Desci pra falar com a minha mãe, sem muito shampoo no cabelo porque o vapor praticamente enxaguou tudo. Ela estava no caixa resolvendo umas papeladas e eu peguei o cartão pra comprar um chinelo. Procurei algum legal, porque nem queria uma havaianas qualquer. Acabei entrando na Lush, pra comprar sabonetes. O salão do fundo era tipo um restaurante. Enquanto passeava por ele, uma senhora me chamou e perguntou se eu era a Bundchen. Ela estava com uma amiga, o filho, nora, neto. O filho dela me ofereceu um lugar e sentei com eles. Experimentei um sabonete de mamão e outro de abóbora. De repente, começou a tocar Meeting Paris Hilton, do CSS, e a nora disse que era por causa de um sabonete que eles fizerem, em homenagem à música. Perguntei se era de limão e ela confirmou. Comi também. Achei incrível. Agradeci, levantei, comprei milhares de sabonetes e loções. Gastei 4 mil reais na loja. Fui encontrar minha mãe.
Fim.

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